Conheça a solução da Vert Analytics que garante autenticidade e confiança na identidade veicular

Diego Velázquez Por Diego Velázquez 6 Min de leitura
Vert Analytics

Bancos gastam anos e recursos consideráveis validando, em segundos, se a pessoa do outro lado da tela é realmente quem afirma ser. Veículos, que também carregam uma espécie de identidade formada por chassi, placa e Renavam, ainda circulam no Brasil com um nível de verificação digital muito mais frágil. Em apenas dois meses deste ano, a Operação Fiat Lux, conduzida pela Polícia Federal e pela Polícia Rodoviária Federal, identificou cerca de 10 mil adulterações de veículos em diferentes estados do país, incluindo 3.300 casos envolvendo viaturas do Exército Brasileiro.

Duas identidades, dois níveis de proteção

A verificação de identidade de pessoas evoluiu rapidamente na última década, combinando biometria facial, prova de vida e cruzamento de dados cadastrais em decisões automatizadas de poucos segundos. A verificação de identidade veicular, por outro lado, ainda depende em boa parte de conferência manual de documentos e consulta isolada a bases como Renavam, sem o mesmo nível de cruzamento inteligente entre múltiplas fontes de dados.

Essa diferença de maturidade chama atenção porque o volume financeiro envolvido em fraude veicular também é expressivo. Golpes de clonagem, adulteração de chassi e falsificação de documentos movimentam um mercado ilegal que se sofisticou nos últimos anos, muitas vezes utilizando dados obtidos por meio de roubo de documentos originais ou acesso indevido a bases de órgãos de trânsito. A Vert Analytics integra esse tipo de descompasso entre a maturidade das duas verificações em conversas com órgãos de trânsito que buscam modernizar seus próprios processos de validação.

Como a clonagem se sofistica?

Uma das modalidades mais recentes é a fraude no primeiro emplacamento, na qual dados de veículos zero quilômetro legítimos são utilizados para regularizar veículos roubados ou fraudados perante o próprio sistema de trânsito. Nesse tipo de golpe, dois veículos diferentes passam a compartilhar formalmente a mesma identidade documental, dificultando a identificação do problema até que uma inconsistência específica seja notada.

A Vert Analytics trata a verificação veicular como extensão natural da mesma lógica aplicada à identidade de pessoas dentro da ONDA, sua solução própria de inteligência artificial. Conforme alude a empresa, cruzar dados de modelo, ano, restrições e histórico de propriedade em uma única análise automatizada reduz significativamente a chance de que uma fraude desse tipo passe despercebida em processos como transferência de propriedade ou primeiro emplacamento.

O que a validação em escala consegue capturar?

Consultar dados isoladamente, um por vez, dificilmente revela um padrão de fraude estruturada. Cruzar múltiplas fontes simultaneamente, como restrições judiciais, histórico de roubo e divergência entre chassi físico e documento, é o que efetivamente diferencia uma verificação superficial de uma análise capaz de sinalizar risco real antes da conclusão de uma transação.

Esse tipo de validação em escala também beneficia diretamente órgãos estaduais de trânsito, que lidam com volume elevado de processos de transferência e emplacamento e não têm capacidade de investigar manualmente cada caso com a profundidade que a fraude sofisticada atual exige.

Identidade digital como padrão único, não exclusivo do setor financeiro

A lógica que tornou a verificação de identidade de pessoas mais confiável, cruzamento de múltiplas fontes em decisão automatizada, tende a se expandir para qualquer contexto que dependa de confirmar autenticidade com segurança. Veículos são apenas um exemplo de como esse mesmo princípio técnico se aplica a um problema até agora tratado como caso à parte, exclusivo do setor de trânsito.

A Vert Analytics, como uma referência, brasileira em inteligência artificial, reforça que tratar identidade de pessoas e identidade de veículos sob a mesma arquitetura de verificação, em vez de sistemas isolados, é o que sustenta ganhos reais de confiabilidade em processos que hoje ainda dependem, em grande parte, de conferência manual sujeita a erro e fraude sofisticada.

O que muda para quem compra ou transfere um veículo?

Para quem compra um veículo usado ou conduz uma transferência de propriedade, esse tipo de verificação em escala reduz um risco que hoje recai quase inteiramente sobre o comprador, o de descobrir meses depois que o carro carrega uma pendência incompatível com o que foi apresentado na negociação.

Órgãos estaduais de trânsito que adotam esse tipo de arquitetura ganham capacidade de sinalizar inconsistências no próprio momento da transação, antes de o novo registro ser formalizado. Segundo a Vert Analytics, é justamente essa antecipação, e não apenas a detecção posterior, que diferencia uma política eficaz de combate à fraude veicular de um processo que apenas registra o dano depois que ele já ocorreu.

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